Elohim, quem és tu?
Por que não explicas a si mesmo?
Serias tão mais fácil
Tu eras os Cosmonautas?
Tu és único?
Tu és o plural que demonstra a trindade?
Quem és tu Elohim?
Qual é o teu poder?
Fores tu a construir Queóps?
A dividir o mar ao meio?
Ou a fazer-se presente e ser crucificado?
Elohim, milênios se passaram
venha até nós
E explicas a si mesmo
Vangloria Däniken e avança nossa ciência;
Salva o povo escolhido;
ou quem sabe Cristianiza o mundo
Se a razão não for de Nietzsche
Tu podes!
Elohim, explicas a si mesmo
Só assim seremos livres


2 comentários, participe!:
Gostei do poema. Diferente e ousado, com inúmeras referências, incluindo desde a divindade criadora de tudo e até, quem diria, Daniken - eu já quase havia me esquecido de 'eram os deuses astronautas', que li há muito tempo. E se me for permito uma leve sugestão, sugiro alguma mínima correção dos pronomes, unificando a forma de se dirigir a Elohim (sempre é perigoso valer-se da chamada licença poética). No mais,... perfeito. Valeu mesmo. Um abraço, poeta.
Olá amigão,
Linda inspiração...
Nietzsche, com certeza ficaria muito orgulhoso e ajudaria a salvar o povo, mesmo sem toda a razão.
"Tu podes"! Esse final é tudo.
Valeu e um abração, sempre.
Ah! cadê o meu presentinho? rsrsrsrsrs
Postar um comentário
Vamos lá, comente! Críticas, opiniões e sugestões são bem vindos. Ajude a manter o Blog, seu comentário contribui para a construção deste espaço.
Todos comentários serão aceitos contanto que não contenham ofensas, spam ou qualquer mensagem de cunho pejorativo.
Os comentários não necessariamente representam a opinião do autor do blog.