Ano Novo de Novo

3 comentários, participe!
Fim de ano, fim de mais um ciclo, o ano que vem não vai ter nada de novo... Nada além dos 12 meses com 365 dias que por sua vez terá as semanas com os mesmos sete dias, que por nada de incrível todos terão os mesmos nomes. Ainda temos o mesmo calendário contado a partir do nascimento de Cristo, esse por incrível que pareça não nasceu no dia primeiro, como era de se esperar partindo do pressuposto que o nosso calendário se baseia no seu nascimento. Muito menos nasceu no dia 25 dezembro, dia que muitos comemoram o seu nascimento e vestem a máscara de puritano. Fim de ano é uma convenção social para não tornar nossos dias sempre iguais; e claro, fazer girar a roda motriz do capitalismo, o consumo. Muitas coisas são boas não posso negar, desde que você tenha algum dinheiro no bolso e/ou ilusão o suficiente para maquiar alguns padrões sem fundamentos das comemorações. 

Mesmo assim entro no clima das comemorações. Partindo hipoteticamente da ciência noética, podemos supor que tudo isso não passa de um concentrado de pensamentos que de certa forma cria seu próprio significado nas realidades e nos sentimentos das pessoas. Enfim, de qualquer forma estarei sempre consciente dos valores puramente simbólicos e muitas vezes sem compromisso com a verdade, porém entro no clima como assim entra toda sociedade. Feliz ano novo para todos.

Aproveite o Dia (Seize the Day - Avenged Sevenfold)

2 comentários, participe!
Vale apena assistir esse VideoClip, muito bom:
Aproveite o dia ou morra lamentando o tempo que você perdeu.
Está vazio e frio sem você aqui, tantas pessoas estão sofrendo.

Eu vejo minha visão queimando
Eu sinto minhas memórias desaparecendo com o tempo
Mas eu sou muito jovem para me preocupar
Essas ruas que nós viajamos, irá resistir nosso mesmo passado perdido

Eu encontrei você aqui, agora, por favor, fique por um tempo
Eu posso seguir em frente com você por perto
Eu te asseguro minha vida mortal, mas isto será para sempre?
Eu faria qualquer coisa por um sorriso, segurando você até nosso tempo acabar
Nós dois sabemos que o dia irá chegar, mas eu não quero te deixar

Eu vejo minha visão queimando,
Eu sinto minhas memórias desaparecendo com o tempo
Mas eu sou tão jovem para me preocupar
(Uma melodia, uma memória, ou só uma fotografia)


Aproveite o dia ou morra Lamentando o tempo que você perdeu
Está vazio e frio sem você aqui, tantas pessoas sofrendo.

Nova vida substituindo todos nós, mudando esta fábula que vivemos
Não precisamos mais ficar aqui, então para onde iremos?
Você irá fazer uma jornada esta noite, me seguir além das paredes da morte?
Mas garota, e se não houver vida eterna?

Eu vejo minha visão queimando,
Eu sinto minhas memórias desaparecendo com o tempo
Mas estou tão jovem para me preocupar
(Uma melodia, uma memória, ou só uma fotografia)

Aproveite o dia ou morra lamentando o tempo perdido
Está vazio e frio sem você aqui, tantas pessoas sofrendo.
Trilhas na vida, questões de nós existindo aqui, não quero morrer sozinho sem você aqui
Por favor me diga se o que temos é real

Então, e se eu nunca te abraçar, ou beijar seus lábios novamente?
Eu não quero deixar você e as memórias que nós dois temos
Eu imploro não me deixe

Aproveite o dia ou morra lamentando o tempo perdido
Está vazio e frio sem você aqui, tantas pessoas sofrendo.
Trilhas na vida, questões de nós existindo aqui, não quero morrer sozinho sem você aqui
Por favor me diga se o que temos é real

(Silêncio,você me perdeu, sem chances para mais um dia)
Eu permaneço aqui sozinho
Me afastando de de você, sem chance de voltar para casa.

Pensamento só sem título

2 comentários, participe!
Mudo fechado calado por dentro. Misantrópico. Ausente culto inexato o presente. Em pretérito. Solidão há dois anos luz sem brilho. Ofuscado. O mais de mim mesmo sem meu Eu. Solitário. Ser o que você não Estar. Ontologicamente perdido. Acreditar na priori que nunca realizará. Iludido. Pensa sonha analisa agi. Instintivamente. Morto na solidão ressuscitará o nada que todos acreditarão. Nos teus olhos em teus pensamentos sem perceber o frio sentimento. Louco ao relento pedindo esmolas ao filho do tempo. Ateu sem destino. Passando sem dizer um oi ao moribundo que não mais deseja sentir frio na noite mais triste que já se viu. Acorda olha acredita. Ninguém mais nesse mundo está tão só quanto tua alma em teu corpo quente. A menor parte de si mesmo. Senti-se muito com muitos em ilusão. Nada importa há dois há três há quatro. Cada um em si é só e sempre continuará.

Vamos internacionalizar as riquezas da Amazônia e do Mundo? por Cristóvam Buarque

0 comentários, participe!
"Durante debate nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. 

Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha. De falo, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. 

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. 

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. [...] 

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos Estados Unidos têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da divida. Comecemos usando essa divida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. 

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa. 

(BUARQUE,Cristóvam. O Globo, 23 out. 2000.)

Amazônia: um caldeirão de vida

2 comentários, participe!
Imagem retirada na internet
A Amazônia, a mais rica e a maior floresta tropical do mundo, estende-se por nove países da América do Sul, mas o Brasil fica com a maior parte da mata — 60% do total. Na Amazônia brasileira, cortada de ponta a ponta pelo rio Amazonas e empapada por mais de mil de seus afluentes, caberiam 14 Alemanhas ou 20 Inglaterras. Numa área insignificante da mata tropical brasileira, uma extensão que se cruza a pé em algumas horas, existe mais diversidade de plantas do que em toda a Europa.

O viço da floresta e a quantidade absurda de líquido que por ela escorre um quinto da água doce do planeta estimularam a crença falsa de que a Amazônia é um celeiro inesgotável. A verdade é outra. O solo da Amazônia, argiloso ou arenoso em sua maior parte, é fraquíssimo. As árvores se nutrem do próprio material orgânico que cai no chão. Galhos, folhas, flores, frutos, vermes, insetos, fungos, tudo isso se desprende das copas e se amontoa no solo. O material apodrece, desfaz-se na terra e é sugado pela teia superficial das raízes. Na maior floresta do mundo, o solo por si não oferece nutrientes às plantas, atuando apenas como um substrato em que as árvores se apóiam fisicamente. Retirada a capa verde, a terra não tem força para reerguer sozinha uma nova mata.

Há um fenômeno aparentemente contraditório na Amazônia. Lá existe um número insuperável de espécies, mas relativamente poucos exemplares de cada uma delas. Isso vale para árvores ou peixes, indiferentemente. Num espaço equivalente a um quarteirão é difícil encontrar três árvores da mesma espécie. Em razão da grande dispersão das árvores, os seringueiros precisam às vezes andar quilômetros na mata. Cada seringueira fica a 100, 200 metros uma da outra. Nos rios da Amazônia vivem provavelmente umas 3 mil espécies de peixes, quinze vezes mais do que em todos os rios da Europa juntos, mas o número de pirarucus e tambaquis representa uma fração da quantidade a que chegam certos tipos de peixes marinhos.

A floresta Amazônica merece respeito. Dentro dela existem entre 5 milhões e 30 milhões de plantas diferentes. Não se sabe o número preciso de espécies porque poucas delas foram estudadas. Entre as já catalogadas pela ciência somam-se cerca de 30 mil espécies, o que representa aproximadamente 10% do total de plantas conhecidas no planeta. A Amazônia tem a maior variedade de primatas, roedores, jacarés, sapos, insetos, lagartos e peixes de água doce do mundo. 

A Amazônia é um caldeirão de biodiversidade, mas não é uma vitrine como facilmente percebem os turistas. O pequeno porte da maioria dos animais e o fato de grande parte deles ter hábitos Soturnos, aliados a uma floresta muito densa, tornam difícil a sua visualização. Se uma pessoa caminhar 10 km numa mata virgem de terra firme, longe das perturbações humanas, verá em média dois a três bandos de macacos, uma ou outra cutia e, com Sorte. Meado, talvez um bando de porcos-do-mato. O fato de ver poucos bichos, porém, não significa que eles não estejam lá. No escuro da mata, há uma orquestra fantástica tocando os acordes da vida.
Adaptado de: Veja, ano 30, n 51. Especial – Amazônia, um tesouro ameaçado

Todos devem assistir esse vídeo ao menos uma vez

2 comentários, participe!

WikiLeaks revela: Serra prometeu à petroleira dos EUA mudar regras de exploração do pré-sal

0 comentários, participe!
O governo federal conseguiu aprovar no Congresso, no dia 2 deste mês, o novo marco regulatório da exploração de petróleo na camada de pré-sal mas as multinacionais norte-americanas do setor eram contrárias à mudança. E uma delas, a Chevron, recebeu em 2009, do então pré-candidato José Serra (PSDB), a promessa de que, caso eleito em 2010, modificaria as normas agora aprovadas. É o que está em telegrama diplomático dos EUA, de dezembro de 2009, obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch).

A revelação remete à campanha eleitoral. Os riscos que a Petrobrás sofreria e a ameaça sobre a riqueza do pré-sal sob um eventual governo do PSDB foi tecla insistentemente batida pela candidata Dilma Rousseff (PT), afirmações que Serra sempre negou.

“Nós mudaremos de volta” - “Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem.As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava…E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron. É o que relata telegrama citado pelo jornal Folha de S. Paulo que tem acesso antecipado, no Brasil, às informações vazadas através do WikiLeaks. Na época, Serra liderava as pesquisas de opinião e era, por muitos, considerado o provável futuro presidente.

“Vocês vão e voltam” - Conforme o jornal, o despacho mostra a frustração das petroleiras com a falta de empenho da oposição em tentar derrubar a proposta do governo brasileiro. O texto diz que Serra se opõe ao projeto, mas não tem “senso de urgência”. Questionado sobre o que as petroleiras fariam nesse meio tempo, Serra respondeu: “Vocês vão e voltam”. A representante da Chevron relatou a conversa com o tucano ao representante de economia do consulado dos EUA no Rio de Janeiro.

Ouvido pelo diário paulistano, o economista Geraldo Biasoto confirmou que a proposta do PSDB previa mesmo o retorno ao modelo passado. Biasoto foi o responsável pela área de energia do programa de Serra. Na sua avaliação, o modelo de agora “impõe muita responsabilidade e risco à Petrobras”. Ele acrescentou que essa era a opinião de Serra.

Mais vantagem – O monopólio da Petrobras acabou em 1997, durante o governo do também tucano Fernando Henrique Cardoso. Assim, a exploração das jazidas passou a seguir o modelo de concessão. Ou seja, a empresa vitoriosa na licitação tornava-se dona do petróleo a ser explorado. Em troca, pagava royalties ao governo. Quando os grandes campos de petróleo do pré-sal foram encontrados, o governo brasileiro, já no período Lula, alterou a proposta. As megajazidas passam a ser licitadas através de partilha e quem vencer terá de obrigatoriamente dividir o petróleo encontrado com a União. Uma situação mais vantajosa para o Brasil que passa a contar com a Petrobras na condição de operadora exclusiva dos campos e terá, pelo menos, 30% de participação nos consórcios com as demais empresas.


Fonte: Brasília Confidencial

Leia também a postagem feita no site "WikiLeaks":

Brazil - Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal


“A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?”. Este é o titulo de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro do ano passado.
Como ele, outros cinco telegramas a serem publicados hoje pelo WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.
Os documento revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobrás será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.
“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.
Partilha
Pouco depois das primeiras propostas para a regulação do pré-sal, o consulado do Rio de Janeiro enviou um telegrama confidencial reunindo as impressões de executivos das petroleiras.
O telegrama de 27 de agosto de 2009 mostra que a exclusividade da Petrobrás na exploração é vista como um “anátema” pela indústria.
É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petroleo, sendo “donas” do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobrás será a operadora exclusiva.
Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobrás terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.
A diretora de relações governamentais da Chevron, Patrícia Padral, vai mais longe, acusando o governo de fazer uso “político” do modelo.
Outra decisão bastante criticada é a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.
Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobrás para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: “O PMDB precisa da sua própria empresa”.
Mesmo com tanta reclamação, o telegrama deixa claro que as empresas americanas querem ficar no Brasil para explorar o pré-sal.
Para a Exxon Mobile, o mercado brasileiro é atraente em especial considerando o acesso cada vez mais limitado às reservas no mundo todo.
“As regras sempre podem mudar depois”, teria afirmado Patrícia Padral, da Chevron.
Combatendo a lei
Essa mesma a postura teria sido transmitida pelo pré-candidtao do PSDB a presidência José Serra, segundo outro telegrama enviado a Washigton em 2 de dezembro de 2009.
O telegrama intitulado “A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?” detalha a estratégia de lobby adotada pela indústria no Congresso.
Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China, poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.
Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: “O PSDB não apareceu neste debate”.
Segundo ela, José Serra se opunha à lei, mas não demonstrava “senso de urgência”. “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.
O jeito, segundo Padral, era se resignar. “Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria dito sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação.
“Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro”, conclui o telegrama do consulado.
Entre os parceiros, o OGX, do empresário Eike Batista, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Confederação Naiconal das Indústrias (CNI).
“Lacerda, da Exxon, disse que a indústria planeja fazer um ‘marcação cerrada’ no Senado, mas, em todos os casos, a Exxon também iria trabalhar por conta própria para fazer lobby”.
Já a Chevron afirmou que o futuro embaixador, Thomas Shannon, poderia ter grande influência nesse debate – e pressionou pela confirmação do seu nome no Congresso americano.
“As empresas vão ter que ser cuidadosas”, conclui o documento. “Diversos contatos no Congresso (brasileiro) avaliam que, ao falar mais abertamente sobre o assunto, as empresas de petróleo estrangeiras correm o risco de galvanizar o sentimento nacionalista sobre o tema e prejudicar a sua causa”.

Dias sem ritmo

0 comentários, participe!
Olá pessoal, quase esquecia o Blog... Sempre fico assim nos dias posteriores a uma prova. Poderia escrever mais, mas ainda estou sem ritmo, segunda tudo volta ao normal. 

Ah, quanto à prova? Gostei, acho que me sair bem... O jeito é esperar o resultado e torcer. E que venha o vestibular da UESC e da UEFS.

Abraço a todos, até mais!